A freguesia de São Romão de Arões, situada a 5.3 km da sede concelhia e a 30.8 km de Braga, é de origem bastante antiga, anterior à fundação da nacionalidade. Existe um documento datado de 1014, em que Ramiro II faz a doação da freguesia ao mosteiro de Guimarães. As Inquirições de 1220, referindo-se "De Santo Romano Aronis", indicam-nos que esta Freguesia era constituída por reguengos e propriedades directamente ligadas à Coroa, existindo apenas alguns prédios avulsos. O monarca detinha o padroado da Igreja, sendo o pároco apresentado pela Casa de Bragança.
Para satisfazer a sede de cultura dos seus visitantes, esta Freguesia tem para oferecer a Igreja Românica de São Romão de Arões, único Monumento Nacional do Concelho; e a Galeria de Arte - Pintura "Fina Rosa", na Urbanização dos Ferreiros. A Igreja Romana é do século XIV, existindo uma data na porta lateral sul da Igreja, que nos sugere que foi o Arcebispo Primaz de Braga, Dom Silvestre, que em 1237 a sagrou, sendo então Abade de Arões, Dom Gomez.
Existe, na Quinta do Telhado, o Campo do Privilégio que, de acordo com a lenda, era o local onde se refugiavam os criminosos, sem que ninguém os pudesse prender, nem muito menos matar ou bater. No entanto, só o dono do campo lhes poderia levar comida, ou qualquer tipo de outros bens de primeira necessidade, enquanto durasse o cerco.
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